terça-feira, 29 de julho de 2008

Transparência oculta

Venha e exaure o que não te pertence
Remanescerá a demasia de cansaço
Depaupere minha inocência
Hoje aceito ser sua!

Quando o nu de meu corpo
Tem-lhe em meus braços
Torna-se inconfundível a sensação de prazer

Como Sybil, perco-me dentro de mim.
Quantas serei ou quantos terei...

Entre desejos e segredos
Refaço-me e oculto o que não podes ver

Venha e exaure o que não te pertence
Depaupere minha inocência
Essa noite quero ser sua!


Psique

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