terça-feira, 29 de julho de 2008

Quando dei por mim

Teria sido um sonho, ou foi mero engano?
Quando olhei para trás meus olhos já não lhe alcançavam
Foi quando dei por mim
Quanto tempo perdi, quando fingi que esqueci
O que ainda é vivo em mim...

Tem meu coração, reflexo da minha alma.
Se não quer meu corpo
Por que me tomas?

E jamais me esquecerei...
De seu corpo sobre o meu
Sua pele branca e fria
Quanto desejo transformado em tormento

Tanta coincidência
Por trilhas diferentes, mundos distintos.
Vivemos a mesma vida com pessoas diferentes...

Buscamos razões para existir
Quando desistimos do querer por medo de sofrer

Psique

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