quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Que saudade eu sinto
quando lembro o que eu perdi
que dor eu sinto
quando lembro por que eu perdi
que vontade de chorar
quando lembro que não estive ai

Daqui adiante
nada vai mudar
o passado já morreu
não existe nada que possa ser feito
para reparar o que não tem concerto

Lembranças
ferem e amordaçam minha alma
em busca do que mais amei aqui
eu sei que ainda te encontrarei por ai

...

O que vem depois do fim
Como será o recomeço

Não da para anular os passos
O tempo não para e também não perdoa

O tempo que se leva pra pensar
É o tempo que se perde em ação

Viver hoje pensando no amanhã com base no que foi ontem
Perca de tempo imaginar que se pode controlar acontecimentos
Que vem do exterior
Nada tem controle
Nem você mesmo

Agora

Quanto tempo durou a tempestade para o tempo abrir?
De repente, me vejo diante de você e não entendo como cheguei aqui
Eu sou assim?
Esse sorriso não é meu, menos ainda essa alegria
A escuridão passou e,
De repente parece que foi me dada uma nova oportunidade

Por quanto tempo estive perdida dentro de mim?
Será que agora passo a me perder em você?

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

A premiça prevalece!

Cicatrizes...
Até quando o principio insistirá em retornar?
Uma vez iniciado, não posso controlar o processo

Como dizer ao meu coração que não tenho chances de alteração da minha essência,
uma vez que o propósito se faz presente e não permite mudanças
Acaba aqui a tentativa de um novo começo
Junto com a tentativa acabam as possibilidades
que eu tentei acreditar que poderiam me fazer mudar

Rejeição
quando parte de reflexos de erros,
tornam inviaveis quaisquer possibilidades de desculpas
Não apra se desculpar pelo o que já foi feito
consequências tais sejam essas qualquer que for
não fará diferença seja qual for a escolha uma vez que
ja foi feita a escolha anterior que gerou qualquer feito determinado

A escolha é sua o erro meu


Psique

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Como me sinto

Quando tudo está perdido sempre existe um caminho
Quando tudo está perdido não quero mais ser quem eu sou

Legião urbana

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Impossibilidade de superficialidade

Impossibilidade de superficialidade
Como fazer ou ser o que não se deseja?
O ideal virou as avessas o que seria real, a tentativa se esvai.

Atue por muito tempo e você passará a acreditar no que não existe pelo fato de parecer real, confundindo a essência, deixando de existir.

Contundido...
Procure o que mais deseja, quando encontrar, repense...
o que você desejava antes de toda a guerra começar?
Sentirá a dor de saber que você não é mais essência, mentiu pra si mesmo por indução involuntária do mundo, mundo este que é induzido por intenção de outros, e então entenderá que o tempo passou e não tem mais como retornar, a modificação está ai, você de fato não é mais o mesmo, e nunca voltará a ser, as mudanças são constantes, não é preciso pensar para que elas acontecam.
Com paciêmcia, persistência, coragem e solidez você perceberá que não se pode voltar ao que era, a ter os mesmos sonhos que já teve um dia, os mesmos desejos e a mesma inocência...
A decepção trará a força necessária para mudar, mesclar os velhos sentimentos com os novos acontecimentos.

Acreditar sempre. Ter força sempre. Querer o melhor para si e fazer o melhor para o mundo. Você é o reflexo do seu mundo. Queira sempre mais, ambicione sorrisos e sonhos.

sábado, 29 de maio de 2010

Um outro dia

Quando o mundo parece que estar contra você
vem a pergunta de todos os dias
por que?
Não existe resposta externa para o que é internamente escuro e incompreensivel, não tem o por que ser, mas não tente pensar no por que não ser
Nunca senti uma expressão tão fria e um olhar tão vazio quanto o meu
estranho pensar, em sentir si próprio de forma externa
cheguei a um ponto que os sentimentos se confundem, onde perco os sentidos e ainda tento achar sentido para algo que não compreendo
não tenho mais forças para lutar contra minha essência
cheguei a um ponto onde desistir é o melhor caminho.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Desejos insanos

Alma corrompida por desejos insanos tais quais me fazem refém de meus próprios sentimentos
incerteza do querer
certeza da vontade
duvidas nascidas do que julgam ser sanidade
pura perversidade

desconsolação por parte da parte que não faz parte de mim

idealizações inversas
palavras desconexas
sensações incontroláveis
sentimentos irreversiveis

fazer evitar o querer só me faz entender o quanto deixei de viver

perversidade
insanidade

"Digam o que disserem o mal do século é a solidão"

terça-feira, 6 de abril de 2010

Até quando Deus quiser

Por mais que tente não é possível pensar em como mudar o que não é certo aos seus olhos...
mudar o que, por que e para quem?
Quem disse onde vamos?
Ainda estarei aqui quando retornar do longo transtorno causado a si por si mesmo.
Onde estive esse tempo todo...
me perdi em você e agora estou aqui,
volto ao começa para iniciar o fim do que já terminou a muito tempo.



Psique

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Mais um passo

Olho a minha volta e o que vejo é desespero e solidão
como tal transtorno pode ser presente quando tudo está acabado
que o fim seja real
olho para trás e vejo passos
o que me segue é o que persigo
desistir sem lutar
me acostumei a não sentir
posso querer quando não há possibilidade
sem perspectiva não existe sequencia
o que será do amanhã quando o hoje se perdeu
sem sequencia ou concordancia
entenda conforme sua dor
só preciso de mais um passo

Existência por possibilidades

Quanto tempo o tempo precisa para deixar por saber
Excede-se quando o tempo torna-se constante...
Insano pensar no tempo que passou quando o tempo ainda está por vir...
e quem vai lembrar e quem vai ler e supor o que estaria por vir...
como estar por ai ou estar simplesmente aqui,
nada de mais...
constante transformação...
pensar que o que foi ainda está por se transformar
e quem vai me dizer o que sentir
quando o tempo se extinguir
e nada mais pertencer a mim...
minha alma se esvanece e se entorpece com o que você preferir
existência por possibilidades
e quem vai lembrar e quem vai ler e sentir o que eu vivi?